EQUIPE FOTOGRÁFICA

Fabricio Borges Carrijo

Katarzyna Górka

Lisiane Machado Aguiar

Juliana Fabrícia Correia Orihuela

Suedy Lorenna da Silva Barros

EQUIPE NARRATIVAS TEXTUAIS

Amanda Iane Gomes Barros

Ana Célia Machado 

Ana Clara Bernardes

Juliana Pinheiro Mangabeira

COORDENAÇÃO GERAL

Fabricio Borges Carrijo

Fabricio Borges Carrijo é fotógrafo, doutor em Relações Internacionais pela Universidade Autônoma de Barcelona, Espanha. Possui mestrado em Estudos de Paz, Conflito e Desenvolvimento pela Universidade Jaume I, Cátedra UNESCO de Filosofia para a Paz, Castellón, Espanha e graduação em Relações Internacionais pela UNESP. É idealizador e coordenador do projeto Estórias Migrantes e professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Boa Vista. Integrou a equipe organizadora e de fotógrafos da exposição “Warao: Gente da água, em Movimento” (2017) sobre os indígenas da etnia Warao que migraram da Venezuela para o Brasil.  A busca por instantes de paz constitui um  aspecto transversal de sua prática, abordagem que desenvolveu em sua tese de mestrado “Peace and Identity: a photographic approach” (2009).   A capa do livro organizado por Eloísa Aldas e otros  “Migraciones y Cultura de Paz: Educando y comunicando” (2012)  leva sua foto “I’m not a criminal” sobre o contexto migratório em Londres, Inglaterra, enquanto uma de suas fotos sobre o movimento dos indignado em Barcelona, Espanha, foi publicada na capa do livro  “De víctimas a indignados: imaginários del sufrimiento y la acción política”(2016) organizado por Vicente J. Benet e Alex I.Arévalo Salinas.

Katarzyna Górka é antropóloga e fotógrafa. Doutora em Bioantropologia pela Universidade de Barcelona, Espanha. Possui mestrado em Primatologia pela Universidade de Barcelona, mestrado em Antropologia Física e graduação em Biologia pela Jagiellonian University, Cracóvia, Polônia. Atualmente é pós-doutoranda em Antropologia Forense no Centro de Antropologia e Arqueologia Forense da Universidade Federal de São Paulo (CAAF-UNIFESP). É professora do curso de Biologia Humana na Universidade de Wrocław, Polônia. Seu primeiro impulso para fotografar começou quando acidentalmente quebrou a câmara fotográfica dos seus pais. Mediante suas fotos procura apresentar a maneira como percebe o mundo e a fotografia é seu meio de comunicação. Tem muita admiração para beleza natural a qual busca em todos os sujeitos que fotografa (paisagens, natureza ou humanos). Usa a fotografia para capturar momentos estáticos, assim como aqueles que perduram apenas por  frações de segundos. Aqueles alegres, assim como aqueles escondidos, às vezes incômodos e muitas vezes despercebidos. Sua foto “Spider´s web” foi finalista no concurso “foto-NAT-UB 2009” organizado pela Universidade de Barcelona.Instagram: @kasia.a.gorka

Lisiane Machado Aguiar possui graduação em Comunicação Social: Hab. Jornalismo, Publicidade e Propaganda pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) com intercâmbio de jornalismo com bolsa Santander na Universidade de Sevilha/ES e com bolsa de Mobilidade Mercosul na Universidade ORT/UY. Mestrado em Ciências da Comunicação pela UNISINOS com bolsa CNPq. Doutorado em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com bolsa CAPES, na linha de pesquisa Cultura e Significação com estágio de doutorado no Departamento de Comunicação Audiovisual da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB - Espanha), integrando  durante  o  estágio  o  Observatório e  Grupo   de   Pesquisa   de   Migração   e Comunicação - MIGRACOM (UAB) e do Grupo de Pesquisa em Antropologia Fundamental e Orientada - GRAFO (UAB). Pós-doutorado com bolsa PNPD/CAPES na Universidade Federal de Roraima (UFRR). Membro do grupo de pesquisa em semiótica e culturas da comunicação (GPESC) da UFRGS e do Grupo de pesquisa em processos comunicacionais: epistemologia, midiatização, mediações e recepção (PROCESSOCOM) da UNISINOS e do Grupo Amazoom Observatório Cultural da Amazônia e do Caribe da UFRR. Membro da Rede Temática de Cooperação, Comunicação, Cidadania, Educação e Integração da América Latina (Rede AmLat). Atualmente é Professora e pesquisadora da UFRR.

Amanda Iane Gomes Barros Palácio é estudante de graduação de Relações Internacionais na Universidade Federal de Roraima (UFRR). Atua no projeto “Estórias Migrantes” na área textual e em entrevistas. Possui interesse na área de imigração, foi voluntária na área de Restabelecimento de Laços Familiares da Cruz Vermelha Brasileira (CVB) em sua missão em Boa Vista dedicada à população migrante venezuelana. Também participou do projeto ‘’Orientação Cidadã” na UFRR no auxílio a migrantes e refugiados venezuelanos em Roraima.

Ana Célia Machado nasceu na Venezuela e mudou-se para o Brasil com seus pais ainda criança. Atualmente é discente do curso de relações internacionais pela Universidade Federal de Roraima e estagiária no Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Seus interesses acadêmicos incluem a temática dos refugiados, causas humanitárias, direitos humanos e entre outros. A futura internacionalista faz parte da equipe de produção textual e se interessou pelo projeto por seu desejo de querer contar as histórias de vida de seu povo e assim tentar mudar a imagem que as pessoas vêm tendo deles.

Juliana Pinheiro Mangabeira é feminista e estudante de Relações Internacionais na Universidade Federal de Roraima. Trabalha com imigração na organização não governamental AVSI Brasil. Além de outros projetos de voluntariado que participou, como na Cruz Vermelha Brasileira no programa de Restabelecimento de Laços Familiares (RLF), e no projeto Orientação Cidadã no Centro de Referência ao Imigrante da Universidade Federal de Roraima, na função de elaboração de currículos para imigrantes venezuelanos. Sempre que há um tempo livre dedica-se a sua paixão, a ler. Seus objetivos e estudos são direcionados a ajuda humanitária, juntamente com o feminismo dentro do contexto das mulheres migrantes venezuelanas no Estado de Roraima. 

 

Juliana Fabrícia Correia Orihuela, roraimense, 19 anos, é estudante de Direito na Universidade Federal de Roraima (UFRR), pesquisadora na área de migração com foco no fluxo Venezuela-Brasil, amante de viagens e bate-papo. É voluntária na Organização não Governamental "Pirilampos" o qual promove o amor e a cura na figura do palhaço, fotógrafa amadora quando a vida acadêmica permite e uma grande apaixonada pelo Direito das Mulheres. No projeto "Estórias Migrantes" atua como registradora de sorrisos e conversas e têm o anseio de espalhar, por todos os diversos cantos do mundo, a história de vida dos migrantes venezuelanos. Instagram: @julianaorihuela

Ana Clara Bernardes é graduanda em Relações Internacionais na Universidade Federal de Roraima e empreendedora social na ONG Enactus UFRR. No projeto “Estórias Migrantes”, atua no eixo textual. É bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC-UFRR) e trabalha na produção de pesquisa sobre cultura e migração. Dedica-se, também, à pesquisa sobre Amazônia e Relações Internacionais. Santarena, carrega em sua essência paraense, o encanto pelas variadas formas de expressões culturais e a crença na importância da história oral para a construção de narrativas mais democráticas. Poetisa e fotógrafa amadora, busca através da arte exteriorizar seu olhar sobre a vida.

Suedy Lorenna é acadêmica do oitavo semestre do curso de Arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Roraima e Fotógrafa por amor e profissão. Já trabalhou em diversas Organizações no Estado de Roraima, dentre elas o Projeto Acolher que visava ensinar a venezuelanos a língua portuguesa, a ONG pirilampos onde atuou por três anos, sendo bastante presente em hospitais e abrigos e recentemente na Cruz Vermelha Brasileira, onde atuou na área de restabelecimento de laços familiares. Apesar de sua área de formação ser no ramo da construção civil, seus maiores interesse sempre foram a ajuda humanitária . Participar do projeto Estórias Migrantes como fotografa  foi uma excelente oportunidade de poder unir toda sua experiência como voluntariada e poder entender sob outra perspectiva, ainda mais sobre o processo migratório que o estado de Roraima vem vivenciando. É uma enorme satisfação poder contar historias reais através do meu olhar e de alguma maneira amenizar o preconceito contra essas pessoas.